Estética

Conheça a melhor arma contra flacidez e gordura localizada: Radiofrequência

Publicado por juxignacio em 04/abr/2017 - Sem Comentários

 

O que é a Radiofrequência?

É um equipamento de alta tecnologia que utiliza a radiofrequência para tratamentos de rejuvenescimento facial e corporal (flacidez cutânea, celulite, gordura localizada, estrias, fibroses e aderências).

Como funciona?

A radiofrequência possui um efeito térmico. No caso da gordura localizada a radiofrequência promove um aumento da circulação sanguínea, enzimática e metabólica, ativando a “queima” da gordura. Já no caso da flacidez cutânea (pele) o aumento do calor proporciona uma reestruturação, um aumento das fibras de colágeno, que da sustentabilidade para a pele. Ocorre contração das moléculas de colágeno (efeito imediato) e estimulação da síntese de novo colágeno (durante a semana e meses seguintes).

No combate a celulite a radiofrequência aumenta a temperatura interna, provocando um aumento da circulação sanguínea, consequentemente estimula a drenagem linfática, diminuindo a concentração de toxinas nas células adiposas reduzindo assim o seu tamanho.

Nos casos de fibroses e aderências de pós-operatórios, o uso da radiofrequência é indicado, pois o aquecimento promove um realinhamento das fibras de colágeno, melhorando a qualidade o colágeno e da elastina.

O segredo da Radiofrequência esta em saber utilizar corretamente a temperatura para cada caso.

Ação da Radio frequência no tratamento da Flacidez Cutânea
Antes do tratamento
Aplicação de radiofrequência
 
Depois do tratamento com radiofrequência
Ação da Radio frequência no tratamento da Celulite e Gordura Localizada
Antes do tratamento
Aplicação de radiofrequência
Depois do tratamento com radiofrequência
 

Quantas sessões são necessárias para o tratamento?

Depende da área a ser tratada e da gravidade de cada caso.

Resultados Antes e depois
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Quando é possível retornar as atividades normais?

É possível retornar as atividades imediatamente.Após a sessão pode haver uma leve vermelhidão. É recomendado o uso de filtro solar e/ou bloqueador solar após uma sessão de radiofrequência facial.

A radiofrequência dói?

Não. Apenas ocorre um aumento da temperatura local, levando a uma vermelhidão. A radiofrequência não é invasivo, portanto não causa cortes, edemas ou equimoses.

Quando começam a aparecer os resultados do tratamento com a radiofrequência?

Geralmente a partir da primeira sessão. Mesmo depois de ter acabado o tratamento com a radiofrequência, ainda existe deposição de um novo colágeno por dois a quatro meses. Dependendo do número de sessões realizadas.

Aonde encontrar a radiofrequência?

É possível encontrar a radiofrequencia na loja virtual da Casa do Esteticista que entregamos em todo o Brasil.

A Casa do Esteticista também disponibiliza para seus clientes cursos para o manuseamento do aparelho e toda assistência técnica do mesmo.

 
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Benefícios do tratamento

  • Atua nos 3 niveis tissulares (pele)
  • Melhora a arquitetura externa da pele
  • Melhora a qualidade do colágeno e da elastina
  • Reorganiza as fibras de colágeno e elastina
  • Incremento na contagem das fibras
  • Aumento da atividade metabólica e enzimática
  • Melhora a microcirculação
  • Melhora a hidatação tecidual
  • Aumenta a oxigenação
  • Estimula o aporte de nutrientes
  • Acelera a eliminação de toxinas
  • Promove lipolise
  • Flacidez cutânea (facial e corporal)
  • Reduzir celulite
  • Reduzir gordura localizada
  • Estrias
  • Fibroses
Fonte:www.clinika.com.br
 
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Estética

Principais materiais para se montar uma Clinica de Estética

Publicado por juxignacio em 21/fev/2017 - 1 Comentário

Olá pessoal,

Muitas vezes recebo e-mails de pessoas curiosas em saber o que precisa para montar uma Clinica de Estética.

Desta forma, resolvi listar alguns itens que são fundamentais quando se pensa em montar um negócio neste ramo.

Como há diversos tipos de clinicas, cada uma com sua especialidade, fiz um resumo geral de uma clinica que oferece tratamentos estéticos faciais, tratamentos estéticos corporais e terapias alternativas.

Lembrando que vocês podem encontrar todos os itens listados abaixo em nosso site 

Espero ter ajudado a todas que querem montar seus consultórios de estética.

https://www.casadoesteticista.com.br/ 

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Clique nos produtos abaixo para visualiza-los no nosso site

Facial- Consultório

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 Terapias alternativas

 

Casa do Esteticista – A Casa do Esteticista é a maior distribuidora de equipamentos para Estética, Salão de Beleza e Podologia do Brasil!

Loja Virtual:  http://www.casadaesteticista.com.br/

 

Loja Centro

Rua Armando Sales Oliveira, nº 7 – Centro – RJ

(em frente à Rua da Alfândega, nº 165 / em frente ao metrô da Uruguaiana, saída Alfândega)

Tels: (21) 2222-1819 / Televendas (21) 3852-7640

 

Loja Barra da Tijuca

Avenida das Américas, 3.665 – 2º piso Lj 204 – Barra da Tijuca – RJ

(Shopping Barra Square Expansão)

Tels:(21) 2499-1143

Salão de Beleza

NOVO CONCEITO DE VÍNCULO DE TRABALHO NOS SALÕES DE BELEZA.

Publicado por juxignacio em 14/fev/2017 - Sem Comentários

Lei legaliza contratação de manicure e cabeleireiro como autônomo e pagamento por comissão.

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A chamada “Lei do Salão Parceiro” passa a regulamentar uma prática bem conhecida do setor de beleza: a atuação de profissionais que trabalham como autônomos dentro de estabelecimentos e que são remunerados por comissão e não necessariamente por salários. O projeto de lei que desobriga a contratação de profissionais de beleza no regime CLT foi sancionado nesta quinta-feira (27) pelo presidente da República, Michel Temer.

A mudança é anunciada como o reconhecimento de um modelo de trabalho já amplamente utilizado nos salões de beleza e um incentivo à regularização ou formalização de um setor que reúne cerca de 2 milhões de profissionais.

Pela lei, os salões de beleza poderão firmar contratos de parceria com profissionais cabeleireiros, barbeiros, esteticistas, manicures, depiladores e maquiadores, que atuarão como autônomos, sem vínculo empregatício. Os demais empregados dos salões continuam com contratos CLT. O texto de lei aprovado pelo Congresso cria as figuras do salão-parceiro e do profissional-parceiro, que poderá atuar como microempresa ou microempreendedor individual (MEI).

Donos de salões de beleza consideram a nova lei uma avanço na medida em estabelece direitos e obrigações de ambas as partes, incentiva o empreendedorismo e garante maior segurança jurídica para um setor no qual o modelo de parceria já é uma realidade.

Atualmente, mais de 630 mil profissionais do setor de beleza atuam como MEI. O número de trabalhadores com carteira assinada é baixo. Segundo dados do Ministério do Trabalho, no final de 2015 o país reunia apenas 66.508 cabeleireiros, manicures e pedicures celetistas. De acordo com entidades que representam a indústria de beleza, estimam que o setor emprega 2 milhões de pessoas.

Cássio Gomes, de 50 anos, trabalha há 3 anos em um salão no qual os seis cabeleireiros e as duas manicures são microempreendedores individuais, ou seja, eles já estariam adequados à nova regra. Há 15 anos atuando como cabeleireiro, ele só se tornou MEI nesse salão, porque nos demais ele trabalhava por conta própria, sem se formalizar como autônomo. “Eu nunca tive carteira assinada, sempre paguei o INSS e meu plano de saúde, então para mim é normal não haver vínculo com os salões”, diz.

Gomes diz que os cabeleireiros pagam para o administrador do salão 50% do valor de cada corte e 60% de comissão quando é feito tratamento químico nos cabelos. Já as manicures pagam “uma mão” e “um pé” feitos por dia.

E cada profissional tem sua própria máquina de cartão, além de ser responsável pelos próprios produtos usados. O administrador do salão cuida dos pagamentos do aluguel do ponto, além das contas de água e luz, e da manutenção do local.

Gomes diz que um dos pontos positivos é que cada um tem a liberdade de fazer seu próprio horário. No entanto, a renda varia de mês a mês, já que depende do número de atendimentos. “Mas é difícil hoje em dia um salão ter profissionais por CLT, então a gente está acostumado”, afirma.

 

Opiniões divergentes

Entidades patronais como da Associação Brasileira de Salões de Beleza (ABSB) e o Sindibeleza (Sindicato dos Salões de Beleza do Estado de São Paulo) afirmam que o modelo de parceria permite oferecer comissões mais elevadas do que as praticadas para profissionais contratados no regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e é considerado mais vantajoso pelos próprios profissionais.

Segundo dados da Associação Nacional do Comércio de Artigos de Higiene Pessoal e Beleza (Anabel), os donos dos salões de beleza costumam repassar aos profissionais entre 30% e 60% do valor dos serviços prestados, percentual bem superior ao de outras categorias.

O sistema de parceria, entretanto, não é consenso no setor. Sindicatos e parte dos profissionais temem a precarização das relações de trabalho e perda de direitos trabalhistas. Há quem critique também a lei por legalizar e incentivar a “pejotização” (transformação do trabalhador em pessoa jurídica), abrindo espaço para a flexibilização dos direitos trabalhistas e precedentes para expandir o modelo para outros setores.

 

Sebrae apoia mudança

Para o Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a lei traz segurança jurídica para um modelo de negócio que é praticado na grande maioria dos salões de beleza do país. “Há diversas decisões na Justiça do Trabalho que reconhecem a relação de parceria e afastam o vínculo empregatício. Trata-se de uma evolução natural do setor, que cabe ser respeitada. Não haverá precarização na relação de emprego, tendo em vista que a própria Justiça do Trabalho reconhece essa forma de prestação de serviço”, disse a entidade, em comunicado.

A Associação Brasileira de Salões de Beleza (ABSB) afirma que a nova lei ajudará a regularizar a mão de obra que atua no setor e a acabar com a prática de pagamento “por fora” a profissionais celetistas registrados por um valor mínimo.

“O modelo atual é insustentável. Todo celetista em salão de beleza que hoje ganha 50% de comissão, vai receber por fora. Essa relação está fraudada”, afirma José Augusto Nascimento Santos, presidente da ABSB. “Queremos regularizar uma relação de uso e costumes que não cabe com registro em carteira. Nesse setor, é uma relação totalmente diferente. Quem fideliza é o profissional, não é o salão”.

Os donos de salões destacam ainda que não haverá imposição de transição para este modelo, uma vez que a lei permite a contratação em ambos os regimes, celetista e por parceira. “A maioria do quadro nos salões de beleza é celetista. Todo o pessoal de suporte, recepcionistas e estoquistas são celetistas e continuarão a ser”, diz Santos.

 

Dúvidas sobre estabilidade financeira

A depiladora Bruna Ziliani, de 21 anos, trabalha há 1 ano e meio com carteira assinada em uma empresa especializada em depilação, com todos os direitos trabalhistas previstos, como 13º salário, férias e FGTS, além de plano de saúde. Assim como ela, todas as demais depiladoras são celetistas, incluindo as recepcionistas. “A CLT dá segurança, eu posso fazer uma dívida porque sei que vou ter salário fixo todo mês para pagar”, diz.

Segundo ela, além da remuneração, cada depiladora recebe 4% em cima de cada atendimento feito. Mas é o salário que segura a maior parte da renda mensal. “As comissões que recebo dão no máximo 50% do salário porque dependem dos atendimentos, e tem dias que é muito fraco o movimento”, conta.

Por ter contrato de trabalho formal, Bruna tem jornada de 9 horas, com horário fixo de entrada e saída, com 1 hora de almoço. “Com essa nova lei, se eu passasse a ser microempresária, iria gerar uma instabilidade financeira muito grande, pois cada mês eu iria ter uma renda diferente e com certeza teria de trabalhar em mais lugares. E em um dia que eu tenho poucas clientes eu sei que no fim das contas eu tenho o salário fixo pra segurar”, afirma.

O regime de parceria garante que o profissional seja um assegurado da Previdência Social, mediante a obrigação de recolhimento de impostos e encargos. Pela lei, ficará a cargo do salão-parceiro reter e recolher os tributos e contribuições sociais e previdenciárias do profissional-parceiro.

Para valer, o contrato precisará ser homologado pelo sindicato da categoria profissional e laboral ou, na ausência desses, pelo órgão local do Ministério do Trabalho e Emprego.

 

‘Estão rasgando a CLT’

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh), entidade que também representa os trabalhadores do setor de beleza, realizou nesta semana protestos contra a sanção da lei e diz que entrará na Justiça com uma ação questionando a constitucionalidade da mudança.

“O que vai acontecer é que dentro de um salão vai ter 5, 10 empresas em vez de funcionárias do salão, e todos PJ, sem direito a 13º salário, férias e garantias trabalhistas”, critica. “Qual é o empresário, dono de salão que vai querer ter os encargos trabalhistas e a responsabilidade pelos seus funcionários sendo que ele pode transferir isso para o profissional?”

Para a confederação, trata-se de uma flexibilização das relações de trabalho que traz ameaças à garantias e direitos constitucionais. “Estão rasgando a CLT, o artigo 8º da Constituição, para pejotizar tudo”, afirma Moacyr Roberto Tesch Auersvald, presidente da Contratuh. “Se abrir para os salões, vai abrir a possibilidade de abrir para o metalúrgico, jornalista, enfermeiros, garçons. Se isso pegar, não precisa nem de reforma trabalhista, jogamos a CLT fora”, continua.

 

‘Precedente perigoso’

Para o juiz Germano Siqueira, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a lei é equivocada e precariza as relações trabalhistas.

“A lei é equivocada porque está partindo do pressuposto que a realidade é uma só. Cria a ideia de que só existe o salão parceiro e o profissional”, diz o magistrado, destacando em que há situações em que há flagrante relação de trabalho e emprego.

Segundo Siqueira, a lei abre um “precedente perigoso” ao “banalizar” relações mais frouxas e “fora da proteção da Constituição federal”. “A segurança jurídica pode ser também a insegurança a desproteção”.

Ele explica que para ser considerado um contrato de parceria, os profissionais não podem ser submetidos às mesmas regras dos empregados com registro em carteira. “Se tiver que cumprir jornada de trabalho, receber ordens, principalmente estes dois pontos, e isto ficar provado, ele será um empregado”, alerta.

 

Reforma trabalhista em fatias

A advogada Juliana de Oliveira Afonso, do escritório Yamazaki, Calazans e Vieira Dias, vê espaço para questionamentos sobre a constitucionalidade da lei, mas destaca que o TST tem se manifestado a favor de uma maior flexibilização em relações trabalhistas deste tipo.

“Em uma ação movida por uma manicure, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) foi bem favorável à empresa no sentido de dizer que não é funcionário, é um prestador de serviços”, afirma a advogada.

Ela também considera positivo medidas de flexibilização de relações trabalhistas específicas para cada setor, sem necessariamente envolver uma reforma trabalhista geral.

“O fatiamento é positivo, porque a partir do momento que você vê cada categoria individualizada, você consegue solucionar individualmente os problemas de cada setor”, afirma.

O envio de uma proposta de reforma trabalhista ao Congresso deixou de ser tratado como prioridade pelo governo do presidente Temer, e a previsão é que fique só para o segundo semestre de 2017.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, passou a minimizar o adiamento das discussões sobre mudanças na legislação trabalhista. Segundo ele, a reforma trabalhista já estaria acontecendo “praticamente ao natural”, uma vez que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) já aprovou a questão do chamado acordado sobre o legislado e que há projetos sobre terceirização prontos para serem votados – um na Câmara e outro no Senado. “Com esses dois itens, se resolveria muito daquilo que a gente está sonhando fazer”, disse.

Fonte: G1 – Globo

 

Depilação e Design de Sobrancelha, Estética, Podologia, Salão de Beleza

Qual modelo de Autoclave é mais adequado a suas necessidades?

Publicado por juxignacio em 31/jan/2017 - Sem Comentários

A Casa do Esteticista junto com a Cristófoli preparou um guia rápido para facilitar sua decisão na hora da compra seu Autoclave.

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autoclave-cristofoli

 
Entenda porque é importante mudar para o autoclave:
* Conforme a RDC Nº 15/2012 do MINISTÉRIO DA SAÚDE é imprescindível a utilização de Autoclaves para qualquer serviço de salão de beleza, cabeleireiro, barbeiro, podólogos, manicures, micropigmentação e clinicas de estética que oferecem procedimentos invasivos. 
  ESTUFA AUTOCLAVE
MONITORAÇÃO DO CICLO VISUAL o operador deve ficar olhando para o termômetro externo. Se houver diferenças de temperatura que comprometam o ciclo, o equipamento não fornece aviso nem interrompe o ciclo. ELETRÔNICA O operador deve acompanhar o ciclo, porém é dado um aviso sonoro se o ciclo for interrompido. Se houver falha na temperatura o equipamento interrompe o ciclo e mostra no painel, como ciclo anulado.
Controle do ciclo Manual – Operador poderá escolher inadequadamente tempo e temperatura Ciclos pré-programados. Maior facilidade de operação. Menor possibilidade de erro do operador.
Tempo total do ciclo Partindo dos equipamentos frios e contando com o tempo de secagem para autoclave No mínimo 2 horas Em média 63 minutos
Temperatura do instrumental durante o ciclo 170o C no máximo 134o C no máximo
Monitorização química de processo Maior custo da fita zebrada Menor custo da fita zebrada.
Monitorização química por integradores e emuladores. Difícil de encontrar integradores, não há emuladores Disponível. Várias opções.
Tempo mínimo para monitorização biológica ficar pronta Uma semana.Indicadores autocontidos não disponíveis. Indicadores biológicos autocontidos disponíveis de três usais entre 24 e 48 horas.
Diferenças de temperatura dentro do equipamento Grande –calor seco distribuído por convecção por gravidade Mínimas.Calor úmido por vapor saturado sob pressão
Recomendação da comunidade científica Restrita a artigos que não podem ser autoclavados. Método preferencial de esterilização para artigos compatíveis

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Estética

Qual é o seu problema estético? Nós temos uma solução!

Publicado por juxignacio em 27/jan/2017 - Sem Comentários

O primeiro passo que recomendamos é você pegar um espelho e identificar qual dos problemas relatados na figura abaixo mais te aflige (Gordura localizada, celulite, flacidez ou estrias).

Depois é saber que com a ajuda de uma profissional e alguns produtinhos revolucionários todos esses problemas tem solução (veja nossas sugestões abaixo). 

celulite-gordura-flacidez-estrias

 

Se seu problema é gordura localizada (Para visualiza-los clique nos nomes abaixo):

Aparelhos e produtos para este tratamento em clinicas:

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Haaaa é sumpre bom lembrar eu uma dieta balanceada e exercícios físicos potencializam os resultados!

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