Categoria: "Salão de Beleza"

Inspirações de Barbearias

Publicado por juxignacio em 16/mai/2017 - Sem Comentários

Nos ultimo anos, os produtos e serviços para eles começaram a ganhar mais atenção e tudo indica que essa tendência veio para ficar. Só no ano de 2016 foram abertas mais de 20.000 barbearias em todo Brasil e a Casa do Esteticista ajudou a montar muitos negócios de sucesso neste setor.

Atualmente trabalhamos com as mais tradicionais e requisitadas cadeiras de barbeiros, clicando aqui você poderá ver todos os nossos modelos e fazer um orçamento conosco.

Vejam alguns modelos que servirão de inspiração caso esteja pensando em abrir uma barbearia.

Cadeira de barbeiro Alvorada – porque uma cadeira de barbeiro precisa ser confortável.

Cadeira de barbeiro Alvorada – porque uma cadeira de barbeiro precisa ser confortável.

Cadeiras Typo Ferrante e Seu Elias, parceria de sucesso.

Cadeiras Typo Ferrante e Seu Elias, parceria de sucesso.

Precisa de inspiração para abrir ou reformar seu espaço? Acesse aqui e veja nossas cadeira de barbeiros.

Precisa de inspiração para abrir ou reformar seu espaço? Acesse aqui e veja nossas cadeira de barbeiros.

Modelo de cadeiras para barbearia rustica é a ultima tendencia

Modelo de cadeiras para barbearia rustica é a ultima tendência

Cadeira Typo, clique aqui e veja todos os modelos

Cadeira Typo, clique aqui e veja todos os modelos

Venha conhecer nossas novidades para barbearias.

Venha conhecer nossas novidades para barbearias.

Nossa linha de cadeiras para barbeiros Apolo sempre fazendo sucesso

Nossa linha de cadeiras para barbeiros Apolo sempre fazendo sucesso

 

Casa do Esteticista – A Casa do Esteticista é a maior distribuidora de equipamentos para Estética, Salão de Beleza e Podologia do Brasil!

LOJA VIRTUAL:  HTTP://WWW.CASADAESTETICISTA.COM.BR/

 

Loja Barra da Tijuca

Avenida das Américas, 3.665 – 2º piso Lj 204 – Barra da Tijuca – RJ

(Shopping Barra Square Expansão)

Tels:(21) 2499-1143

Whatsapp (21) 98174-2020

 

Loja Centro

Rua Armando Sales Oliveira, nº 7 – Centro – RJ

(em frente à Rua da Alfândega, nº 165 / em frente ao metrô da Uruguaiana, saída Alfândega)

Tels: (21) 2222-1819 / Televendas (21) 3852-7640


NOVO CONCEITO DE VÍNCULO DE TRABALHO NOS SALÕES DE BELEZA.

Publicado por juxignacio em 14/fev/2017 - Sem Comentários

Lei legaliza contratação de manicure e cabeleireiro como autônomo e pagamento por comissão.

saloes-de-beleza

 

A chamada “Lei do Salão Parceiro” passa a regulamentar uma prática bem conhecida do setor de beleza: a atuação de profissionais que trabalham como autônomos dentro de estabelecimentos e que são remunerados por comissão e não necessariamente por salários. O projeto de lei que desobriga a contratação de profissionais de beleza no regime CLT foi sancionado nesta quinta-feira (27) pelo presidente da República, Michel Temer.

A mudança é anunciada como o reconhecimento de um modelo de trabalho já amplamente utilizado nos salões de beleza e um incentivo à regularização ou formalização de um setor que reúne cerca de 2 milhões de profissionais.

Pela lei, os salões de beleza poderão firmar contratos de parceria com profissionais cabeleireiros, barbeiros, esteticistas, manicures, depiladores e maquiadores, que atuarão como autônomos, sem vínculo empregatício. Os demais empregados dos salões continuam com contratos CLT. O texto de lei aprovado pelo Congresso cria as figuras do salão-parceiro e do profissional-parceiro, que poderá atuar como microempresa ou microempreendedor individual (MEI).

Donos de salões de beleza consideram a nova lei uma avanço na medida em estabelece direitos e obrigações de ambas as partes, incentiva o empreendedorismo e garante maior segurança jurídica para um setor no qual o modelo de parceria já é uma realidade.

Atualmente, mais de 630 mil profissionais do setor de beleza atuam como MEI. O número de trabalhadores com carteira assinada é baixo. Segundo dados do Ministério do Trabalho, no final de 2015 o país reunia apenas 66.508 cabeleireiros, manicures e pedicures celetistas. De acordo com entidades que representam a indústria de beleza, estimam que o setor emprega 2 milhões de pessoas.

Cássio Gomes, de 50 anos, trabalha há 3 anos em um salão no qual os seis cabeleireiros e as duas manicures são microempreendedores individuais, ou seja, eles já estariam adequados à nova regra. Há 15 anos atuando como cabeleireiro, ele só se tornou MEI nesse salão, porque nos demais ele trabalhava por conta própria, sem se formalizar como autônomo. “Eu nunca tive carteira assinada, sempre paguei o INSS e meu plano de saúde, então para mim é normal não haver vínculo com os salões”, diz.

Gomes diz que os cabeleireiros pagam para o administrador do salão 50% do valor de cada corte e 60% de comissão quando é feito tratamento químico nos cabelos. Já as manicures pagam “uma mão” e “um pé” feitos por dia.

E cada profissional tem sua própria máquina de cartão, além de ser responsável pelos próprios produtos usados. O administrador do salão cuida dos pagamentos do aluguel do ponto, além das contas de água e luz, e da manutenção do local.

Gomes diz que um dos pontos positivos é que cada um tem a liberdade de fazer seu próprio horário. No entanto, a renda varia de mês a mês, já que depende do número de atendimentos. “Mas é difícil hoje em dia um salão ter profissionais por CLT, então a gente está acostumado”, afirma.

 

Opiniões divergentes

Entidades patronais como da Associação Brasileira de Salões de Beleza (ABSB) e o Sindibeleza (Sindicato dos Salões de Beleza do Estado de São Paulo) afirmam que o modelo de parceria permite oferecer comissões mais elevadas do que as praticadas para profissionais contratados no regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e é considerado mais vantajoso pelos próprios profissionais.

Segundo dados da Associação Nacional do Comércio de Artigos de Higiene Pessoal e Beleza (Anabel), os donos dos salões de beleza costumam repassar aos profissionais entre 30% e 60% do valor dos serviços prestados, percentual bem superior ao de outras categorias.

O sistema de parceria, entretanto, não é consenso no setor. Sindicatos e parte dos profissionais temem a precarização das relações de trabalho e perda de direitos trabalhistas. Há quem critique também a lei por legalizar e incentivar a “pejotização” (transformação do trabalhador em pessoa jurídica), abrindo espaço para a flexibilização dos direitos trabalhistas e precedentes para expandir o modelo para outros setores.

 

Sebrae apoia mudança

Para o Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a lei traz segurança jurídica para um modelo de negócio que é praticado na grande maioria dos salões de beleza do país. “Há diversas decisões na Justiça do Trabalho que reconhecem a relação de parceria e afastam o vínculo empregatício. Trata-se de uma evolução natural do setor, que cabe ser respeitada. Não haverá precarização na relação de emprego, tendo em vista que a própria Justiça do Trabalho reconhece essa forma de prestação de serviço”, disse a entidade, em comunicado.

A Associação Brasileira de Salões de Beleza (ABSB) afirma que a nova lei ajudará a regularizar a mão de obra que atua no setor e a acabar com a prática de pagamento “por fora” a profissionais celetistas registrados por um valor mínimo.

“O modelo atual é insustentável. Todo celetista em salão de beleza que hoje ganha 50% de comissão, vai receber por fora. Essa relação está fraudada”, afirma José Augusto Nascimento Santos, presidente da ABSB. “Queremos regularizar uma relação de uso e costumes que não cabe com registro em carteira. Nesse setor, é uma relação totalmente diferente. Quem fideliza é o profissional, não é o salão”.

Os donos de salões destacam ainda que não haverá imposição de transição para este modelo, uma vez que a lei permite a contratação em ambos os regimes, celetista e por parceira. “A maioria do quadro nos salões de beleza é celetista. Todo o pessoal de suporte, recepcionistas e estoquistas são celetistas e continuarão a ser”, diz Santos.

 

Dúvidas sobre estabilidade financeira

A depiladora Bruna Ziliani, de 21 anos, trabalha há 1 ano e meio com carteira assinada em uma empresa especializada em depilação, com todos os direitos trabalhistas previstos, como 13º salário, férias e FGTS, além de plano de saúde. Assim como ela, todas as demais depiladoras são celetistas, incluindo as recepcionistas. “A CLT dá segurança, eu posso fazer uma dívida porque sei que vou ter salário fixo todo mês para pagar”, diz.

Segundo ela, além da remuneração, cada depiladora recebe 4% em cima de cada atendimento feito. Mas é o salário que segura a maior parte da renda mensal. “As comissões que recebo dão no máximo 50% do salário porque dependem dos atendimentos, e tem dias que é muito fraco o movimento”, conta.

Por ter contrato de trabalho formal, Bruna tem jornada de 9 horas, com horário fixo de entrada e saída, com 1 hora de almoço. “Com essa nova lei, se eu passasse a ser microempresária, iria gerar uma instabilidade financeira muito grande, pois cada mês eu iria ter uma renda diferente e com certeza teria de trabalhar em mais lugares. E em um dia que eu tenho poucas clientes eu sei que no fim das contas eu tenho o salário fixo pra segurar”, afirma.

O regime de parceria garante que o profissional seja um assegurado da Previdência Social, mediante a obrigação de recolhimento de impostos e encargos. Pela lei, ficará a cargo do salão-parceiro reter e recolher os tributos e contribuições sociais e previdenciárias do profissional-parceiro.

Para valer, o contrato precisará ser homologado pelo sindicato da categoria profissional e laboral ou, na ausência desses, pelo órgão local do Ministério do Trabalho e Emprego.

 

‘Estão rasgando a CLT’

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh), entidade que também representa os trabalhadores do setor de beleza, realizou nesta semana protestos contra a sanção da lei e diz que entrará na Justiça com uma ação questionando a constitucionalidade da mudança.

“O que vai acontecer é que dentro de um salão vai ter 5, 10 empresas em vez de funcionárias do salão, e todos PJ, sem direito a 13º salário, férias e garantias trabalhistas”, critica. “Qual é o empresário, dono de salão que vai querer ter os encargos trabalhistas e a responsabilidade pelos seus funcionários sendo que ele pode transferir isso para o profissional?”

Para a confederação, trata-se de uma flexibilização das relações de trabalho que traz ameaças à garantias e direitos constitucionais. “Estão rasgando a CLT, o artigo 8º da Constituição, para pejotizar tudo”, afirma Moacyr Roberto Tesch Auersvald, presidente da Contratuh. “Se abrir para os salões, vai abrir a possibilidade de abrir para o metalúrgico, jornalista, enfermeiros, garçons. Se isso pegar, não precisa nem de reforma trabalhista, jogamos a CLT fora”, continua.

 

‘Precedente perigoso’

Para o juiz Germano Siqueira, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a lei é equivocada e precariza as relações trabalhistas.

“A lei é equivocada porque está partindo do pressuposto que a realidade é uma só. Cria a ideia de que só existe o salão parceiro e o profissional”, diz o magistrado, destacando em que há situações em que há flagrante relação de trabalho e emprego.

Segundo Siqueira, a lei abre um “precedente perigoso” ao “banalizar” relações mais frouxas e “fora da proteção da Constituição federal”. “A segurança jurídica pode ser também a insegurança a desproteção”.

Ele explica que para ser considerado um contrato de parceria, os profissionais não podem ser submetidos às mesmas regras dos empregados com registro em carteira. “Se tiver que cumprir jornada de trabalho, receber ordens, principalmente estes dois pontos, e isto ficar provado, ele será um empregado”, alerta.

 

Reforma trabalhista em fatias

A advogada Juliana de Oliveira Afonso, do escritório Yamazaki, Calazans e Vieira Dias, vê espaço para questionamentos sobre a constitucionalidade da lei, mas destaca que o TST tem se manifestado a favor de uma maior flexibilização em relações trabalhistas deste tipo.

“Em uma ação movida por uma manicure, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) foi bem favorável à empresa no sentido de dizer que não é funcionário, é um prestador de serviços”, afirma a advogada.

Ela também considera positivo medidas de flexibilização de relações trabalhistas específicas para cada setor, sem necessariamente envolver uma reforma trabalhista geral.

“O fatiamento é positivo, porque a partir do momento que você vê cada categoria individualizada, você consegue solucionar individualmente os problemas de cada setor”, afirma.

O envio de uma proposta de reforma trabalhista ao Congresso deixou de ser tratado como prioridade pelo governo do presidente Temer, e a previsão é que fique só para o segundo semestre de 2017.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, passou a minimizar o adiamento das discussões sobre mudanças na legislação trabalhista. Segundo ele, a reforma trabalhista já estaria acontecendo “praticamente ao natural”, uma vez que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) já aprovou a questão do chamado acordado sobre o legislado e que há projetos sobre terceirização prontos para serem votados – um na Câmara e outro no Senado. “Com esses dois itens, se resolveria muito daquilo que a gente está sonhando fazer”, disse.

Fonte: G1 – Globo

 


Qual modelo de Autoclave é mais adequado a suas necessidades?

Publicado por juxignacio em 31/jan/2017 - Sem Comentários

A Casa do Esteticista junto com a Cristófoli preparou um guia rápido para facilitar sua decisão na hora da compra seu Autoclave.

Encontre todos os modelos de Autoclaves e acessórios acessando: https://goo.gl/tzTwx8

autoclave-cristofoli

 
Entenda porque é importante mudar para o autoclave:
* Conforme a RDC Nº 15/2012 do MINISTÉRIO DA SAÚDE é imprescindível a utilização de Autoclaves para qualquer serviço de salão de beleza, cabeleireiro, barbeiro, podólogos, manicures, micropigmentação e clinicas de estética que oferecem procedimentos invasivos. 
  ESTUFA AUTOCLAVE
MONITORAÇÃO DO CICLO VISUAL o operador deve ficar olhando para o termômetro externo. Se houver diferenças de temperatura que comprometam o ciclo, o equipamento não fornece aviso nem interrompe o ciclo. ELETRÔNICA O operador deve acompanhar o ciclo, porém é dado um aviso sonoro se o ciclo for interrompido. Se houver falha na temperatura o equipamento interrompe o ciclo e mostra no painel, como ciclo anulado.
Controle do ciclo Manual – Operador poderá escolher inadequadamente tempo e temperatura Ciclos pré-programados. Maior facilidade de operação. Menor possibilidade de erro do operador.
Tempo total do ciclo Partindo dos equipamentos frios e contando com o tempo de secagem para autoclave No mínimo 2 horas Em média 63 minutos
Temperatura do instrumental durante o ciclo 170o C no máximo 134o C no máximo
Monitorização química de processo Maior custo da fita zebrada Menor custo da fita zebrada.
Monitorização química por integradores e emuladores. Difícil de encontrar integradores, não há emuladores Disponível. Várias opções.
Tempo mínimo para monitorização biológica ficar pronta Uma semana.Indicadores autocontidos não disponíveis. Indicadores biológicos autocontidos disponíveis de três usais entre 24 e 48 horas.
Diferenças de temperatura dentro do equipamento Grande –calor seco distribuído por convecção por gravidade Mínimas.Calor úmido por vapor saturado sob pressão
Recomendação da comunidade científica Restrita a artigos que não podem ser autoclavados. Método preferencial de esterilização para artigos compatíveis

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Casa do Esteticista – A melhor maneira de comprar pela Internet !!!

Loja Virtual:  http://www.casadaesteticista.com.br/

 

Loja Centro

Rua Armando Sales Oliveira, nº 7 – Centro – RJ

(em frente à Rua da Alfândega, nº 165 / em frente ao metrô da Uruguaiana, saída Alfândega)

Tels: (21) 2222-1819 / Televendas (21) 3852-7640

Loja Barra da Tijuca

Avenida das Américas, 3.665 – 2º piso Lj 204 – Barra da Tijuca – RJ

(Shopping Barra Square Expansão)

Tels:(21) 2499-1143


LUCRE AINDA MAIS NO SEU TRABALHO – Saiba como precificar o seu serviço de estética

Publicado por juxignacio em 07/nov/2016 - Sem Comentários

Lucre ainda mais no seu trabalho, veja passo a passo para precificar o seu serviço de estética.

Formação De Preços

Saber precificar os seus serviços de beleza corretamente possui inúmeros benefícios como:

  • Tornar seu negócio mais profissional e competitivo no mercado
  • Preço real para ganhos reais
  • Ideal para projeção de metas e planejamento

 

Como fazer a precificaçãoprecificacao

  1. Colocar o custo por hora do profissional
  1. Custo por hora fixo
  1. Custo por hora variável
  1. Custo do Serviço

  

  1. Custo com o Profissionalprecificacao

Você precisa dividir o ganho mensal por horas, para saber quanto vale a hora do seu profissional ou a sua hora trabalhada.

Exemplo:

O profissional recebe em torno de R$1.000 mensais e trabalha 5 horas por dia, de segunda à sábado. Ao final do mês esse profissional trabalhou 30 horas.

R$1.000 dividido por 30 = R$33,33

*Observação: Esse custo pode variar caso o seu profissional tenha comissão. Desta forma adicione 10% do valor ao custo dele.

 

  1. Custo Fixo Mensalprecificacao

São todas as contas fixas – aluguel, luz, água, condomínio (se tiver)

Dividir este custo pelas horas trabalhadas.

Exemplo: O total dos custos fixos mensais são em torno de

R$500 e é trabalhado 30 horas por mês.

R$500 dividido por 30 = R$16,66

 

  1. Custo Variável Mensalprecificacao

Aqui entram os itens como produtos, comissão, publicidade, tudo que você não paga obrigatoriamente no mês.

Dividir este custo pelas horas trabalhadas por dia.

Exemplo: O total dos custos variáveis mensais são em torno de R$150 e é trabalhado 5 horas por dia.

R$150 dividido por 5 = R$30

 

  1. Custo do Serviçoprecificacao

Nesse item tem que calcular quanto produto se gasta em cada tratamento.

Dividir o valor total de cada produto utilizado no tratamento por quantidade de rendimento em cada sessão.

Exemplo:

  • O Produto 1 custa R$79,90 e rende 10 sessões
  • O Produto 2 custa R$115 e rende 20 sessões
  • O Produto 3 custa R$180 e rende 30 sessões

 

Valor final

Somar todos os itens e acrescentar no mínimo 15% no valor – esse será o preço real do atendimento.

A porcentagem adicional é considerado o lucro do seu atendimento.

precificacao

Atendimento semanal

Tenha um controle de quantos atendimentos por semana você está fazendo, dessa forma ficará mais fácil analisar quantos atendimentos serão necessários para custear os seus gastos e planejar o seu mês. EX:

precificacao

Fonte: Valmari Dermocosméticos
 

Casa do Esteticista – A Casa do Esteticista é a maior distribuidora de equipamentos para Estética, Salão de Beleza e Podologia do Brasil!

Loja Virtual:  http://www.casadaesteticista.com.br/

 

Loja Centro

Rua Armando Sales Oliveira, nº 7 – Centro – RJ

(em frente à Rua da Alfândega, nº 165 / em frente ao metrô da Uruguaiana, saída Alfândega)

Tels: (21) 2222-1819 / Televendas (21) 3852-7640

 

Loja Barra da Tijuca

Avenida das Américas, 3.665 – 2º piso Lj 204 – Barra da Tijuca – RJ

(Shopping Barra Square Expansão)

Tels:(21) 2499-1143


Qual o tamanho ideal para a autoclave no meu salão?

Publicado por juxignacio em 08/jun/2015 - Sem Comentários

Sabe o tamanho ideal de autoclave para seu salão?

A Casa do Esteticista, representante autorizado da Cristófoli, tira sua dúvida quanto a capacidade de cada tamanho de autoclave.

Lembrando que todos os autoclaves abaixo, podem ser encontrados em nossas lojas físicas ou virtuais com meso preço de fabrica.

Comprando conosco, damos  toda a assessoria no que refere a treinamento para manuseio dos equipamentos e assistência técnica gratuitamente nas nossas lojas. 

Para conhecer os valores e maiores informações, CLIQUE AQUI 

autoclave

 

Agora é só comprar a sua!

Lembre-se que a esterilização com autoclave é obrigatória para salões de beleza em quase todo o Brasil,  a monitorização da esterilização é obrigatória, com a capacitação em Biossegurança para o responsável técnico.

Fique por dentro, atualize seu salão e de acordo com as normas sanitárias!

Loja Virtual:  http://www.casadaesteticista.com.br/

 Loja Centro

Rua Armando Sales Oliveira, nº 7 – Centro – RJ

(em frente à Rua da Alfândega, nº 165 / em frente ao metrô da Uruguaiana, saída Alfândega)

Tels: (21) 2222-1819 / Televendas (21) 3852-7640

Loja Barra da Tijuca

Avenida das Américas, 3.665 – 2º piso Lj 204 – Barra da Tijuca – RJ

(Shopping Barra Square Expansão)

Tels:(21) 2499-1143